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19 de abril de 2017

"Arrival"

Que filme belíssimo. A prova de que não é necessário fazer ficção cientifica com dragões, bichos esquisitos, naves supersónicas e efeitos especiais feitos por computador. Há neste filme, uma humanidade que, por vezes, peca por ausente nos filmes deste género.  
Fiquei apaixonado pela história, tentarei ler o conto que o influenciou e tem uma banda sonora com uma beleza arrepiante. Fiquei tão arrependido por não ter ido ao cinema vê-lo, aposto que nalguns momentos seriam mesmo de outro mundo. Aconselhável.

12 de agosto de 2014

Goodbye Robin Williams



Tinha uma doçura no olhar que só muitos poucos têm. Um sorriso do tamanho do mundo. Tinha um talento e uma versatilidade imensa. Fez-me rir muito. E chorar também. Aliás, fará sempre porque os seus filmes ficam. Adeus Robin Williams.

20 de dezembro de 2013

" Hobbit - A Desolução de Smaug"

Conforme se diz aqui, o segundo filme da trilogia " Hobbit" é aquilo que se esperava para o bem e para o mal. Se visualmente o filme agrada, e a última meia hora é do melhor que se tem visto nas obras deste género, o filme deixa o espectador com um sabor amargo pelo seu final. Além disso, e conforme aconteceu no primeiro filme e irá, de certeza, acontecer no terceiro, algumas das cenas acabam por ser muito longas pela necessidade de esticar um livro de 100 e poucas páginas para 3 filmes prejudicando, e muito, o ritmo da aventura. Depois temos a questão, que daria para um debate intenso, se a inclusão de alguns elementos  referentes aos livros do " Senhor dos Anéis" nesta obra é uma decisão acertada, principalmente a inclusão dos Elfos. E aquela luta entre os Elfos e os Anões que nunca mais terminava... Por último, o humor, algo tonto e ingénuo, mas que divertia acabou, sendo um filme negro mas pouco dramático. Para o ano lá esperamos a conclusão da Trilogia mas as expectativas baixaram.

21 de junho de 2013

James Gandolfini (1961-2013)

Quem acompanha este blog sabe o quanto eu venerei/venero a série " The Sopranos".  James Gandolfini morreu e com isso perdemos a esperança de um dia voltarmos a ver o grande Tony Soprano, e seus camaradas, nos ecrãs. Nestas alturas, em que perdemos um ídolo, as palavras faltam sempre. Rest in Peace, James.

25 de fevereiro de 2013

Dos Óscars

Que eu me lembre, esta edição dos Óscars foi daquelas em que vi mais nomeados para melhor filme. À excepção de " Amor" e de ainda não ter terminado " As Bestas do Sul Selvagem" vi todos os outros filmes candidatos à estatueta mais desejada.

Fazendo um balanço daquilo que vi e o que foi premiado, diria que " Argo" é, de facto, o melhor filme de todos, as interpretações, a maneira como é contada a história, o argumento, apesar de estar um pouco fartinho de filmes da CIA o filme de Ben Affleck foi mesmo aquele que mais me agradou. Aliás, acho que Ben Affleck pode ser um caso sério na realização, já que também gostei bastante do seu primeiro filme " A Cidade".

Quanto ao melhor realizador, estava a torcer pelo Tarantino ou pelo Spielberg, mas ganhou Ang Lee. " A vida de Pi" é  de uma enorme contradição, um filme onde tem tanta água e é uma grande seca...

Na categoria dos actores, Daniel Day-Lewis confirma-se que é um dos melhores actores de sempre, apesar de "Lincoln" me ter desiludido um bocadinho, a sua interpretação é enorme, como sempre. Na categoria de melhor actor secundário, ainda pensei que a Academia premiasse a grande interpretação de Tommy Lee Jones, em " Lincoln", mas ganhou Waltz e eu gostei na mesma. Dois filmes de Tarantino em que Waltz entra, dois Óscars. Dupla de classe, tipo Lucho Gonzalez-João Moutinho no meio campo do FCP.

Na categoria das actrizes, não gostei lá muito do filme " Uma guia para um final feliz", estava a torcer pela actriz do " 00:30 A hora negra" ( também um grande filme/documentário), mas até aceito a vitória. Na categoria secundária, de facto, a Hathaway esteve brilhante nos " Os Miseráveis". 

Quanto ao resto, relativamente aos melhores argumentos fiquei feliz pela vitória do Tarantino ( melhor argumento original) e do Affleck ( melhor argumento adaptado), e de facto, a insuportável, Adele conseguiu cantar a melhor canção original de todas as nomeadas.

Agora, é tempo de ver resumos da cerimonia, ver os discursos, a abertura, e os vestidos das senhoras. Quanto a isso, eu não vi mas quase que aposto que a Scarlett Johansson estava espectacular. E a actriz do " 00:30 A hora negra" também deveria estar, vá. 

ps: AH..Esqueci-me da categoria do melhor filme de animação. Até estava planeado eu ter visto todos os filmes antes da cerimonia, mas não deu. Ganhou o " Brave".Se bem que existia também o " Frankewinnie" do Tim Burton. Eu já gostava de ter o ido ver ao cinema, mas não consegui. Agora, é que não falha.

27 de janeiro de 2013

Django




Depois do maravilhoso " Sacanas sem lei", eis que Tarantino leva-nos até ao tempo da escravatura, homenageando o cinema, como sempre faz nas suas películas. Desta vez, o realizador norte-americano homenageia o western, contando a história de Django, um escravo libertado por Dr. King Schultz ( mais uma vez, grandiosa interpretação de Christoph Waltz ), porque era o único que conhecia uns irmãos muito procurados pela justiça e do qual o dentista transformado em caçador de recompensas estava muito interessado dado que a quantia pela sua captura era alta.

Juntos conseguem finalizar com êxito a missão, tendo Dr. King conseguido aliciar Django (Jamie Foxx) para formarem uma equipa. Mas Django tem uma missão maior do que todas, a de resgatar a sua mulher, escrava de Calvin Candie (uma interpretação fabulosa de Leonardo Di Caprio) e é essa a sua obsessão que iria guiar a sua vida.

Mais uma vez, Tarantino mostra-nos do que é feito o seu cinema, sendo que para mim, "Django" é das melhores obras de sempre do realizador, a parte em que ele goza com o Ku Klux Klan é das partes mais non-sense e mais divertidas de todos os seus filmes, ou quando vemos as sombras na parede de Django e sua mulher beijando-se, aí sente-se que a homenagem é conseguida. Quanto à violência e ao sangue, nada demais para quem está habituado a ver os seus filmes, e mais uma vez afirmo ser uma questão de hipocrisia quando tanto discutimos filmes de ficção quando vemos momentos tanto ou mais violentos na televisão, principalmente em noticiários. 

Grande Tarantino. A ver.


17 de janeiro de 2013

" Os Miseráveís "

Demasiado longo para poucos momentos belos. Demasiado longo para muitos bocejos. Demasiado sentimentalista para poucos momentos arrepiantes. Demasiado esforçado e irritante ouvir Russel Crowe tentar cantar. Ironia: foi o filme onde se ouviu mais gente a fungar. Bons momentos: a canção de abertura ( parecia que a qualquer momento iria entrar Tom Waits) e alguns momentos da Anne Hathaway e Hugh Jackman. O melhor do filme: a dupla Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter. Mas tudo é demasiado...pouco.

3 de janeiro de 2013

12 nomes para o meu 2013

Nick Cave.Ricardo Menendez Salmon.Blur.Daniel Day-Lewis.Tarantino.James Rodriguez. Kobo.Wembley.João Tordo.F. Scoot Fitzgerald.Tumblr.Atoms for Peace.

31 de dezembro de 2012

2012. As imagens possiveís do ( meu ) ano



Como manda a tradição, aqui ficam as imagens possíveis do meu ano de 2012. Foi um ano de vivências novas, de um começo de uma vida nova conjunta onde o amor fala mais alto, de uma viagem a uma cidade inesquecível, do Bon Iver no Coliseu do Porto, do Laxness e de mais um livro do Pamuk, da Patti Smith, do grande Jack White, da Fionna, mas não a do Shrek, da Minta, do "Hobbit" e da Scarlett Johansson ruiva nos " Vingadores", da Meryl Street como Tatcher, do " Downton Abbey", foi o ano dos Jogos Olímpicos, e da Lady e do Juary.  

Como sempre, faltam sempre outras imagens, outros concertos, outros álbuns, livros, filmes,  foi o ano em que o povo saiu à rua percebendo que quem nos governa é um governo corrupto, mentiroso e aldrabão. Saímos deste ano com angústia porque entraremos num ano com uma perspectiva muito negra daquilo que nos espera, mas entraremos com vontade de lutar e de cabeça erguida preparados para o que der e vier. Feliz 2013 :)

13 de dezembro de 2012

O Hobbit - Uma viagem inesperada

Confirmaram-se alguns dos meus receios em " The Hobbit", no entanto posso dizer que fiquei agradavelmente satisfeito com a globalidade do filme, gostei imenso de rever algumas personagens e alguns lugares das Terras da Idade Média, gostei muito da banda sonora, Ian McKellen como Gandalf está ex-tra-or-di-ná-rio, a personagem Gollum está fantástica mais uma vez, saí do cinema com um enorme sorriso nos lábios de contentamento e vontade que a história continuasse. No fundo, é esse o objectivo da primeira parte da trilogia: tentar captar o espectador para a segunda parte do filme, e, pela minha parte, esse objectivo foi conseguido.

É verdade que Peter Jackson "esticou " um pouco algumas partes da história, como já seria expectável, as conversas de Gandalf com os elfos, principalmente com a Galadriel ( a brilhante e lindíssima Cate Blanchett) sente-se como um apêndice dispensável, a introdução que me pareceu longa, como também existe uma desigualdade no ritmo do filme, confirmando que esta história teria mais sentido se fosse contada em duas partes, no entanto não damos o tempo a passar, nem ficamos aborrecidos. 

Também achei Bilbo Baggins um pouco tonto demais, mas aí percebo esse intuito, o livro original é infantil e isso poderá ter influenciado o actor, assim como deveriam ter dado mais protagonismo a alguns anões, mas acredito que com mais dois filmes pela frente isso poderá se resolver. 

Por último, a sessão foi em 3D, ao que ouvi parece que com a tal nova função, a 48 frames por segundo, eu, que não percebo nada destas coisas técnicas e ainda não sei bem qual a diferença, senti que, de todos os filmes que vi em 3D, este tinha a imagem mais nítida, menos tive problemas em adaptar-me ás imagens de maior movimento e não tive efeitos secundários, mesmo ter tido o azar de ter visto o filme nas filas da frente.

Quanto ao resto, se são fãs de cinema de entretenimento e de histórias da Terra Média aposto que irão adorar reencontrarem-se com algumas destas personagens e conhecer as restantes. Por mim, considero um bom filme de entretenimento dentro do género, menos tenso e ainda pouco capaz de ombrear com a trilogia anterior mas com quase três horas passadas de forma agradável. 





12 de dezembro de 2012

"The Hobbit" - O que pode dar certo e o que pode dar errado

Como grande fã da trilogia " O Senhor dos Anéis",  como admirador da obra de Tolkien ( uma resolução para 2013 é tentar ler todas as outras obras que me faltam), e como já li e reli o livro original, estou muito curioso para ver o filme " The Hobbit", o que vai acontecer hoje, já que ganhei um passatempo para ver a ante-estreia. :-)

No entanto, essa minha curiosidade esbarra nalguns receios fazendo-me baixar imenso as expectativas, o que acontece, provavelmente, por conhecer bastante bem o livro. Na minha opinião, "The Hobbit" tem tudo para dar certo mas muita coisa para dar errado.

A primeira sensação "estranha" que um espectador pode ter é a da "novidade", ou seja a história não foge muito à da trilogia do " O Senhor dos Anéis , se bem que esta é uma aventura mais fascinante do que roubar o ouro a um Dragão, o motivo principal de " The Hobbit".

Outra coisa, e aqui parece-me que pode ser um erro para o insucesso do filme caso ele exista ( e rezo para que tenha imenso sucesso), é que o livro tem poucas mais de 250 páginas em contraponto às mais de 1300 páginas, divididas por 3 livros, do " Senhor dos Anéis", o que me dá receio que Peter Jackson tenha "esticado" muito algumas cenas. E isso, quase que aposto, irá se notar mais no segundo filme, caso a luta com o Dragão, ocorra apenas no último filme.

Por outro lado, aliado ao prazer que um espectador apreciador da Idade Média tem em rever algumas personagens/paisagens/casas/etc, há um humor enorme no livro que poderá ser uma questão fulcral no filme. Ou o realizador nos leva para um humor idiota e infantil, tipo os filmes do Ásterix e aí estraga tudo ( e existe uma cena no trailer que leva para esse campo...), ou então o realizador consegue transportar para a trama um humor não forçado e que nos diverte, como, por exemplo, no fantástico " The Avengers ". 

E ainda temos as situações mais técnicas, se o filme resulta melhor em 3D ou 2D ou 3D em formato HD,etc, além das dúvidas se as lutas conseguem nos mostrar alguma "realidade" ou então transporta-nos muito para o virtual como nos mostram os videojogos, podendo aborrecer o espectador.

Por mim, se Peter Jackson captar o humor do livro e nos divertir, mesmo que seja com uma evidente menor frescura do que a trilogia anterior, com uma realidade mais pura e menos virtual, atiçando-me ainda mais a curiosidade para os restantes filmes já fico satisfeito. A ver vamos. Ou melhor, hoje a ver vou. Depois digo algo. 

PS: Não tentem ver este filme de barriga vazia. Comida, tenho a certeza, neste filme não irá faltar...

21 de novembro de 2012

13/12/2012


Um misto de curiosidade, ansiedade, apreensão e algum medo que isto não resulte. Até lá, vamos relendo o livro.

18 de outubro de 2012

" Galinha com Ameixas"



" Galinha com Ameixas" é o segundo filme da dupla Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud, depois de " Perselópis", que estupidamente ainda não vi, baseando-se numa novela gráfica  de Satrapi relatando os últimos dias da vida do seu tio Nasser Ali Khan, seu tio. 

Nasser-Ali é um violinista famoso e aclamado mundialmente, cuja sua vida gira à volta da paixão que tem pela música. Durante uma discussão familiar,  a sua mulher ( a portuguesa Maria de Medeiros ) atira para o chão o seu violino partindo-o, arruinando com isso o seu maior, e  percebemos único, motivo de viver. 

Desgostoso por não encontrar outro violino igual, no filme perceberemos o porquê da relação especial com o mesmo, Nasser Ali decide morrer. Acompanhamos os seus últimos 8 dias, em contraponto com o que vamos conhecendo do seu passado percebendo que afinal a sua morte, que não física, foi uns dias antes. 

Mathieu Amalric, na pele de Nasser-Ali, tem um interpretação fabulosa, o filme é um drama com alguns momentos onde a ironia deixa-nos com um sorriso bem aberto no rosto, visualmente interessante e com uma banda sonora muito agradável. 



13 de maio de 2012

" As Sombras da Escuridão"

Nunca entrei para um filme de Tim Burton com tão baixas expectativas. Não pelo filme em si, nem pela história, se bem que pensei que seria um filme em que nada poderia acrescentar à carreira do realizador, mas sim porque pensei que J. Depp iria ser um vampiro "made in Pirata da Caraíbas". Confirmei-o: nunca me senti tão defraudado por um filme de um dos meus realizadores favoritos. 

PS: Há uma coisa em que Tim Burton nunca falha: na banda sonora. Como sempre Danny Elfman está brilhante, mas o filme tem grandes canções rock´n´roll, desde Alice Cooper, até T-Rex, acabando por esta brilhante canção que abre o filme: " Nights in White Satin" dos The Moody Blues




3 de maio de 2012

"Na Terra do Sangue e do Mel"


" Na Terra do Sangue e do Mel",  conta a história de Daniel e Ajla, um casal que se apaixona no momento do inicio de uma Guerra que os viria a separar e a trilhar caminhos diferentes nas suas vidas. Daniel, filho de um General patriota Bósnio reencontra Ajla, a muçulmana pelo qual se apaixonou, num campo de concentração feminino onde tenta proteger e não perder o seu amor, evitando com que o ódio que uma Guerra gera fale mais alto.  


Tendo como pano de fundo a Guerra da Bósnia, Angelina Jolie estreia-se na realização com um  filme bastante violento e incómodo, embora com alguns lapsos, principalmente um argumento fraco e um final um pouco previsível, mas mesmo assim Jolie consegue não cair na tentação de o tornar comercial,  é falado na língua original, deixando o espectador sair da sala com um nó na garganta e com a sensação de ter assistido a um filme interessante.

26 de março de 2012

"Extremamente alto, Incrivelmente perto "

Um dos filmes mais surpreendentes do ano. Uma poderosa visão de como a perda exerce sobre nós uma dor intensa e difícil de ultrapassar. De como a luta pela libertação do luto é bem mais dificil quando lutamos contra algo que nos aparece em cada esquina. Da demonstração de que podemos recomeçar, mas nunca conseguiremos esquecer. Inspirado numa obra de Jonathan Safran Foer, ficou também a curiosidade para ler o livro, e realizado por Stephen Daldry, com boas interpretações de, sobretudo, Tom Hanks e Sandra Bullock, o filme, embora um pouco longo, vale também pela grande interpretação do miúdo  Thomas Horn. Tocante e enternecedor.

21 de fevereiro de 2012

"The Ides of March"


Depois do interessantíssimo " Boa Noite e Boa Sorte", George Clooney realiza, ajuda na escrita e interpreta, " The Ides of March", um filme que retrata o mundo das campanhas eleitorais. Stephen Meyers (Ryan Gosling) é o consultor de campanha do governador Mike Morris (George Clooney), cujo talento e perspicácia é elogiado por todos e até desejado pelos concorrentes, mas que viria a criar-lhe inimigos e a cair numa teia de interesses complexos da qual não mais poderia vir a sair. Para que a sua carreira não fosse por água abaixo, Meyers teve que se moldar a um mundo sujo e cheio de interesses obscuros, jogando o jogo deles demonstrando uma faceta da qual lhe era desconhecida.

 Num mundo sujo apenas quem jogar mais sujo poderá vencer, poderia ser o lema deste filme com um elenco fabuloso, onde ainda tem Philip Seymour Hoffman, Paul Giamatti e Evan Rachel Wood, Clooney consegue mais uma vez mostrar algum talento na realização, tocando em pontos essenciais do tema em si mostrando uma realidade que nos é muito suspeita. A ver.

12 de fevereiro de 2012

"A Dama de Ferro "


"A Dama de Ferro" é daqueles filmes em que a/o actriz/actor principal que interpreta a personagem biografada seca tudo à sua volta, sendo daqueles filmes feitos à medida para que a opinião pública se ajoelhe aos seus pés e clame por consagração, quer pela figura biografada, quer pela actriz/actor que a interpreta. Mas mesmo que, geralmente, hajam actrizes/actores que falham, Meryl Streep, como é habitual na /sua longa carreira, não falha e consegue encarnar a Primeira-Ministra mais polémica dos anos 80/90 de forma perfeita, ao ponto de ser quase inevitável a sua vitória nos Óscars, na categoria de melhor actriz principal. 

"A Dama de Ferro" acaba por ser um filme sem preocupações para humanizar uma figura polémica, irascível politicamente, ambiciosa e lutadora, uma verdadeira líder mas que não aceitava ouvir os outros, valendo-lhe um final politico solitário. Sem dúvida, um filme a ver que não ajuda a respeitar politicamente a figura, mas que mostra um outro lado da mulher cujo os russos um dia lhe chamaram de dama de ferro.

7 de fevereiro de 2012

"Os Marretas"



Depois de um dia de trabalho stressante e algo desolador, já para não dizer frustrante,  nada como ver o novo filme de " Os Marretas" para animar. O saudosismo nunca fez mal a ninguém, e recordar os Marretas num tempo onde só se ouvem falar em coisas negativas só fará bem à alma. 

Personagens como Cocas, Miss Piggy, o Animal, Fonzie, etc funcionavam como bálsamo e como um motivo forte para que a vida tenha mais cor, alegria e magia e neste filme eles demonstram que não se esqueceram de como fazer encantar os mais novos e os mais graúdos. A não perder, para recordar o quanto vale a pena voltar à infância de vez em quando.