Ryan Adams não é só o músico talentoso que cria e edita canções como se não houvesse amanhã. Ele também já nos habituou a fazer versões extraordinárias.Numa das deambulações da net descobri que fez versões de 3 canções dos Vampire Weekend: " Oxford Comma", " Mansard Roof" e esta, a minha favorita de todas "A-Punk".
Tão improvável como belo, tão surpreendente como mágico, tão intenso como inesquecível, assim é esta versão de Bon Iver da canção " Your Love" dos The Outfield.
e com esta canção fica um pedido expresso: tragam este gajo a Portugal brevemente, pá.
A artista que deu o concerto que mais vibrei em 2010 num Festival a cantar o artista que mais quero ver em 2011, num Festival, a canção que me fez nascer uma ideia, um pouco louca, e que um dia, talvez, a ponha em prática. Aqui fica Florence & The Machine a cantar Beirut. Se bem que eu prefira a original, esta versão demonstra a versatilidade e a força da voz de Ms. Florence Welch. E ouvir Beirut, mesmo na voz de outros, é sempre bom em qualquer altura.
Sempre gostei de coisas imperfeitas.Um vídeo imperfeito para um momento que se torna perfeito com a banda sonora a pertencer à minha nova "mais do que tudo" na música, mrs. Holly Miranda cantando Lauryn Hill.
Esta série de versões improváveis vai ser transportada para o novo blog de música, que está quase a nascer. Mas não queria deixar de terminar sem dar a conhecer uma das melhores canções, e talvez mesmo seja a versão mais improvável de todo o albúm, do " 3 Pistas- Volume 2", organizado por Henrique Amaro, da Antena 3.
Aqui fica, " Esta balada que te dou" de Valentina Torres & Armando Gama, versionado pelos Pontos Negros.
Depois de um dia stressante, com o corpo a necessitar de descanso, enquanto jantava solitariamente a ver o programa do Jimmy Fallon fui brindado com esta canção que foi um verdadeiro bálsamo. E porque, como diria Sérgio Godinho, a vida é feita de pequenos nadas, um grupo que à partida nunca me disse nada, ou melhor disse-me sempre pouco, deu-me muito quando ouvia esta fantástica versão. Boyz II Men, aqui ajudados pelos enormes The Roots, cantam “ Íris”, dos Goo Goo Dools.
Não era esta versão que iria postar, era uma outra, também fantástica, da mesma cantora, mas adorei esta e penso que será mesmo uma "versão improvável". A maravilhosa Natasha Khan, no seu projecto Bat for Lashes, canta " Sweet Dreams" dos Eurythmics, e, pois claro, está excelente.
Uma versão maravilhosa para uma das melhores canções de sempre. The Magic Numbers canta " There is a light that never goes out" dos saudosos The Smiths.
PS: A rubrica, a partir de hoje, fica quinzenal para não se esgotar, nem cansar.
Esta versão tenho que agradecer à Madrigal, porque foi ela que, simpaticamente, me deu a conhecer. Uma das melhores bandas dos anos 90, os Pixies, numa versão de Megham Smith,presente na banda sonora do filme " 500 days of Summer", " Here comes your man"
Quando me faltarem versões, recorre sempre aos Flaming Lips. É só ver no Youtube as inúmeras versões, e algumas delas de temas bem improváveis. Mas nada melhor do que uma versão de uma canção que marcou quem viveu nos anos 80/90: " Bohemiah Rhapsody", dos Queen
Em publicidade a uma marca de cafés italiana, a Lavazza, Antony Hegarty, acompanhado pela Sinfonietta de Roma, recriou a maravilhosa ária de Puccini, Nessum Dorma. Vindo de quem vem, só poderia dar neste momento mágico
Como não poderia deixar de ser, esta semana, na edição "Versões improváveis" * continuo a homenagear a grande figura, saudosa, de Elliott Smith. Mas, desta vez, esta série vai ser mesmo especial e dividida em duas partes. A primeira é uma versão maravilhosa da sua canção " Clementine" por parte dos The Decemberits, incluída no álbum de homenagem ao músico americano, com o nome de " To: Elliott From: Portland".
A segunda é uma versão do próprio Elliott Smith. A canção escolhida é uma das minhas favoritas de sempre, " Blackbird" dos The Beatles.
* - fica assim, enquanto eu não arranjar um nome melhor .
Agora, todas as 6ªs feiras, são dias de " versões improváveis", na falta de palavras e nos silêncios desta vida, há sempre a música para expressar o que nos vai na alma, por isso vou tentar dar a conhecer, como fiz nas duas semanas anteriores, versões de canções que gosto. Desta vez, esta canção tem a vantagem de estar embrulhada num videoclip delicioso. Devendra Banhart canta uma das minhas bandas " guilty pleasure" , os Oasis, e uma das canções que mais me marcaram na minha adolescência.
Nunca pensei que alguém conseguisse fazer versões das canções dos Sigur Ros. Menos calcularia que fossem os We are Scientists a fazer esta maravilhosa versão.