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18 de janeiro de 2017

Da linha entre a dor e o desejo

“É incomodativa a parecença entre a dor e o desejo. Ambos monopolizam toda a atenção, nada mais existe, como uma mulher amada. São capazes de apagar tudo, as notícias, o tempo lá fora, as mudanças na natureza, até a angústia. É um reino onde impera uma verdade definitiva.” in " A morte de um apicultor " de Lars Gustafsson

18 de junho de 2012

Da vida numa frase

" Cada um sabe a dor e a delicia de ser o que é " - de Caetano Veloso. frase de abertura do seu novo site e que está incluída na canção " Dom de Iludir"

23 de março de 2012

"A cobardia é a mãe da crueldade." Michel de Montaigne 

9 de outubro de 2011

Da protecção da felicidade

" Mas talvez saibamos proteger melhor a felicidade depois da experiência da tristeza; conhecer o sofrimento talvez nos torne mais atentos e menos levianos na administração da sorte que temos" - Valter Hugo Mãe na entrevista do suplemento Ípsilon desta semana.

7 de outubro de 2011

"O problema de sabermos, no mais fundo de nós, que amaremos alguém para sempre, é que a nossa fraqueza fica demasiado exposta em caso de tempestade." in  Canário de Rodrigo Guedes de Carvalho


Sem querer, apareceu-me esta frase de um livro que muito me marcou. Acho que vou reler esta obra. Ou então ler o "Daqui a Nada", o livro de contos/crónicas que me falta ler. Ansioso por ler uma obra nova deste autor português que, tão injustamente, não tem sido bem tratado pela "critica". Espero então, brevemente, uma nova obra sua. Tenho imensas saudades da escrita do Rodrigo Guedes de Carvalho.

20 de agosto de 2011

It's Not Easy To Be Me




Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o que, com frequência, poderíamos ganhar, pelo simples medo de arriscar. William Shakespeare

18 de agosto de 2011

Do seguir o coração

" Lembrar-me que inevitavelmente terei que morrer é a mais importante ferramenta que eu alguma vez encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas na vida. Porque praticamente tudo - todas as nossas expectativas externas, todo o nosso orgulho, todo o nosso medo do embaraço ou fracasso - todas estas coisas simplesmente caem em face da morte, deixando apenas aquilo que é realmente importante. Lembrares-te que mais cedo ou mais tarde vais morrer é a melhor forma que eu conheço de evitar a armadilha de que temos alguma coisa a perder. Nós já estamos nus. Não existe nenhuma razão para não seguirmos o nosso coração." Steve Jobs

Hoje apareceu-me isto e achei inspirador. Este blog, ou melhor eu, ultimamente, ando a apoiar-se nas palavras dos outros para que elas se tornem num guia na busca pela felicidade, como se elas fossem um trampolim para um salto que, mais cedo ou mais tarde, vai ser dado. Não sei se esse salto está próximo, sinto que sim, mas cada vez mais sinto que seguir o  que o coração  dita será o melhor caminho escolhido, mesmo que depois o resultado final não seja aquilo que pretendíamos. A ansiedade atrapalha a acção, o receio tolda as palavras, mas no fundo o coração está, como nunca esteve, com vontade de dar o impulso necessário. A ver se, no final, ele não me trai e se esconde em fantasmas passados como tem feito. Mas, se ele tem-se escondido, é porque talvez ele achasse que o caminho certo não era aquele... Vamos ver o caminho que o futuro mostrará ao coração, mas seria bom que o tempo acelerasse ao ritmo da ansiedade...

11 de junho de 2011

7 de abril de 2011

Da politica...como arte

"Perverter a realidade através da linguagem, conseguir que a linguagem diga o que a realidade nega, é uma das maiores conquistas do poder. A política transforma-se, assim, na arte de disfarçar a mentira."

 " Ninguém como o político perverteu tanto o sentido das palavras, de todas as palavras; nem sequer o mais recalcitrante fideísta. E se, como pretendia Heraclito, a alma humana se parece com uma aranha que acorre velozmente a qualquer lugar da sua teia quando sente uma das suas partes danificada, o político é uma aranha que acorre velozmente ao depósito comum da linguagem cada vez que se sente atacado por algum dos seus adversários."


"Somos repetidamente ludibriados, despojados da nossa honra, compelidos a comungar essa hóstia cheia de náusea a que eles chamam
democracia, justiça ou liberdade. Todas estas palavras, na realidade tão profundas que deveriam queimar a língua de quem as pronuncia sem respeito, perderam o seu significado, a ponto de soarem aos nossos ouvidos como a música de Verão, ou como uma prece aprendida na catequese quando éramos crianças." in O Revisor, de Ricardo Menéndez Salmón, trad. de Helena Pitta, Porto Editora

21 de novembro de 2010

O amor, segundo Pamuk

" O Amor é a necessidade de abraçar com muita força alguém e de querer estar sempre do seu lado. É o desejo de esquecer o mundo exterior quando se abraça esse alguém. È a necessidade de descobrir um refugio seguro para a alma.”" - in " A vida Nova "de Orhan Pamuk

28 de outubro de 2009

O Solista


" Por vezes é necessário relembrar o óbvio: se dás força a uma coisa essa coisa fica forte, se impões a força a uma coisa essa coisa fica fraca." Gonçalo M. Tavares aqui

Um filme muito bom, com enormes actores, grandes interpretações e uma verdadeira lição daquele sentimento nobre que é a amizade. E a prova de como a música poderá salvar a vida às pessoas.





3 de julho de 2009


"O que querem que eu lhes diga da política do País? Não sei. Esta política tem duas palavras - miséria e nada !
Esta crise demora-se e como tal evita-se. Tem havido assim em Portugal umas poucas de crises, que se têm demorado, que têm assustado muito naquele momento, e que por fim se tornam crónicas e já a ninguém interessam, e já a ninguém comovem." Eça de Queiroz em 14 de Março de 1867

2 de junho de 2009

Enigmas da vida


" Cada um de nós é um enigma, que a maior parte das vezes fica por decifrar."

in " Os Bichos " de Miguel Torga

10 de fevereiro de 2009

" Numa época e num país no qual todos se pelam por proclamar opiniões e juízos, o senhor Palomar ganhou o hábito de morder a língua três vezes antes de fazer qualquer afirmação. Se, à terceira dentada na língua, ainda está convencido daquilo que estava para dizer di-lo; se não, fica calado. Com efeito, passa semanas e meses inteiros em silêncio. " in Palomar de Italo Calvino

Pena que, num pais de fala-baratos, ninguém tenha esta ideia. Certamente, muita gente pensava melhor no que ia dizer do que dizerem baboseiras.
E o pior da coisa, é que nem é necessário dar exemplos. É só ligar a televisão, ler os jornais ou ouvir os noticiários na rádio.

15 de dezembro de 2008

De olhos vendados


"Atravessamos o presente de olhos vendados. No máximo, conseguimos pressentir e adivinhar aquilo que estamos a viver. Só mais tarde, quando se desata a venda e examinamos o passado é que nos apercebemos daquilo que vivemos e compreendemos o seu sentido . " Milan Kundera in " O livro dos amores risíveis."