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13 de agosto de 2014

FKA TWIGS

Depois de James Blake e Chet Faker eis que me descubro fascinado por mais um álbum onde o "silêncio" é trabalhado em filigrana, em que as melodias com base electrónicas conseguem hipnotizar o ouvinte e em que a voz mistura registos e estilos diferentes ao ponto de ser inclassificável. Trip-hop do século XXI ? Talvez. Mas também soul, jazz, pop, dance, r&b, tudo num caldeirão que engrandece as canções. Ladyes and gentlemans : Fka Twigs  

20 de julho de 2014

Em 20 de Julho de 1965 nascia esta canção



e o mundo da música não mais viria a ser o mesmo.

16 de julho de 2014

Chet Faker

Há músicos que do silêncio criam ruído. Há outros que do silêncio criam melodias. Há outros que criam camadas de som que desafiando o silêncio e usando-o em prol da canção engrandecem-na. 
Chet Faker tem barba de hipster, estilo de vagabundo, mas canções doutro mundo. Esteve no "antigo-Optimus-agora-Nos" Alive e segundo aquilo que consegui ver através do meu smartphone ( quem diria, agora a ver concertos em directo por telemóvel...) foi um grande concerto e pressenti uma comunhão fantástica entre músico e público. Chet Faker urge ser descoberto. Porque a qualidade merece ser partilhada por todos.


13 de fevereiro de 2014

Hoje é o Dia Mundial da Rádio

Das coisas mais fascinantes, eu diria melhor, a coisa mais fascinante na área da comunicação. Viva a rádio.

29 de janeiro de 2014

Nunca mais é Maio

além disso, junta-se a este cartaz,  conhecer  Barcelona. Vai ser uma semana grandiosa.

26 de janeiro de 2014

As mixtapes do século XXI

são as playlists que fazemos no Spotify.

14 de janeiro de 2014

Aposta musical de 2014: Alex D'Alva Teixeira



Em 2013 lançou um EP com 4, excelentes, canções. Em 2014 promete um álbum. Aguardemos

19 de dezembro de 2013

Anna Calvi na Casa da Música



Com canções que deambulam entre o sussurro e o alvoroço, o silêncio e a agitação, a timidez e a fúria, Anna Calvi é das cantoras mais interessantes do panorama da música indie alternativo.Depois de uma noite claustrofóbica no Hard Club, foi a vez da Casa da Música receber a britânica que apresentou o seu muito  interessante, e muito pouco valorizado, segundo álbum de nome " One Breath", não esquecendo algumas canções fortes do seu primeiro álbum homónimo.

Não existiram novidades no concerto, a cantora, e cada vez melhor instrumentista, agitou um público algo contido nas emoções, que quase encheu a sala, com as suas deambulações sonoras, provocando mais uma vez momentos inesquecíveis dando a sensação que o futuro indie pode passar muito pela obra de Anna Calvi. Volte sempre, Anna.

foto: retirada do site Blitz de autoria de Rita Carmo.

11 de dezembro de 2013

" River" de Joni Mitchell por Márcia Santos e Luísa Sobral

Agora que está na moda as rádios lançarem canções parvas de Natal, a Antena 3 adoptou para "sua" canção de Natal esta versão de " River" da Joni Mitchell  pelas vozes da Márcia Santos e da Luísa Sobral. A ouvir. Em repeat.

29 de novembro de 2013

Versões improváveis ( 19 )

Lily Allen a cantar " Somewhere only we know" dos Keane numa versão que até eu, que não gosto do original, aprecio e muito.



PS: Na verdade Lily Allen é uma das minhas "guilty pleasures" :) ...

28 de novembro de 2013

Suede: anos 90 bem medidos ( post atrasado, mas ainda a tempo )


 Com a música dos Suede vem sempre recordações nostálgicas e foi isso que aconteceu. Relativamente ao último concerto em 2011 foi um concerto menos eufórico, mais "maduro", com um som mais puro, com uma energia sempre contagiante apesar do Coliseu do Porto não ter enchido. Os Suede provaram que mesmo após 20 anos do seu êxito-mor ainda fazem sentido, e é essa a sua maior conquista concerto a concerto. 

28 de outubro de 2013

Lou Reed ( 1942-2013)

Andamos a crescer e a formar heróis que pensamos serem imortais. Depois paramos de crescer, eles envelhecem e morrem, quando julgamos que isso não acontecerá. Parece que nunca estamos preparados para os perder. No entanto, ficamos com a sua obra imensa para o poder recordar sempre. E aí, Lou Reed criou das melhores e mais belas canções de sempre. Rest In Peace.

22 de outubro de 2013

"Afterlife" - Arcade Fire ( ou será The Reflektors " ? )

Há em todo o processo de construção de um novo álbum dos Arcade Fire muitas coisas que me fazem pular de excitação. Descontando o facto de ser um dos meus grupos favoritos, o nascimento de um álbum da banda canadiana será sempre motivo de interesse para todos os apreciadores de música, por tudo aquilo que dele surge à sua volta.

Com o nascimento de um alter-ego, de nome "The Reflektors", com a criação de um álbum duplo ( com um lado A e lado B à boa maneira dos álbuns em vinil *) e com um conceito que ultrapassa, e muito, tudo aquilo que fizeram no passado, os Arcade Fire estão ao conseguir elevar ainda mais as expectativas para um registo que pretende marcar de forma positiva o  mundo musical neste fim de ano.

E depois temos aquilo que é o que interessa no meio disto tudo: as canções. E eles têm nos dado a conhecer grandes canções. Depois do primeiro single, andam em toda a parte a promover o novo álbum e já interpretaram outras novas canções em programas de televisão e num vídeo colocado online. Confesso, não as tenho ouvido, quero descobrir o álbum apenas quando o comprar. Mas foi conhecido aquela canção que poderá vir a ser o segundo single e não resisti mais. " Afterlife" é o título. E mais uma vez digo: que CANÇÃO GRANDIOSA.





* - não sei o porquê mas deve ser um álbum perfeito para ouvir em vinil.

21 de outubro de 2013

10 anos sem Ellliot Smith




Há 10 anos atrás desapareceu Elliott Smith. As canções de amor nunca mais tiveram o dramatismo como só ele as sabia dar. 

13 de outubro de 2013

James Murphy - o homem do momento

Depois dos Arcade Fire, ao que parece também David Bowie se deixou encantar com os dotes artísticos de James Murphy ( criador dos LCD Soundsystem) e deixou que este remisturasse a canção " Love is Lost", canção essa incluída no seu último álbum, " The Next Day", e que agora vai estar incluída numa edição especial desse mesmo álbum. Notável, como em quase tudo que James Murphy cria.

1 de outubro de 2013

"De la musique avant toute chose" - Paul Verlaine

Mais do que qualquer arte, para mim, a música é A arte. Mais do que ter pena de não conseguir ler todos os livros do mundo, de ver todos os filmes que são editados, de ler toda a BD, de ver todo o teatro e espectáculos de dança, de observar toda a pintura, escultura ou de jogar todos jogos de computador, tenho pena de não ter tempo para dar atenção a toda a musica que gosto de forma lenta e com a devida atenção.

Estamos cercados de música em todo o lado, desde centros comerciais até lojas de chineses, passando por lojas de roupa ou restaurantes, e muitas desses locais com a particularidade de ter um volume desaconselhável, o que satura,  levando a que deixemos de ter a disposição para dedicar um tempo a sério à audição daquela música que queremos ouvir.  Como sabemos o silêncio também é a forma mais natural e pura de música, por isso hoje, Dia Mundial da Música, eis que digo " enjoy the silence"..e se possível no intervalo desse silêncio oiçam boa música.

23 de setembro de 2013

" Reflektor"- Arcade Fire


Glória, glória, aí estão os Arcade Fire. O primeiro single" Reflektor" é das melhores canções da banda canadiana, que não teve pejo em sair da sua zona de conforto e abrir novos horizontes às suas canções. 
Por esta amostra acabaram-se as canções épicas e nasceram as canções dançantes com ritmos tribais, tendo esta canção a particularidade de ter como convidado o grande David Bowie. 
A ansiedade aumentou consideravelmente  por isso nunca mais chega o  final do mês de Outubro para conhecermos o resto do álbum. 

18 de setembro de 2013

In Utero - 20 anos


Tempo da camisa de flanela, do cabelo comprido ( sim, eu tive cabelo comprido), dos jeans rasgados, das All Star ( ainda hoje está na moda, como estão todas as coisas intemporais ),das K7´s, do Walkman, da escola secundária, do primeiro beijo a sério, das audições de rádio à noite, dos sonhos que ainda tinham futuro, foi lançado em Setembro de 1993, aquele que viria a ser o último álbum de estúdio daquela banda que, conjuntamente com os Oasis e os Blur, mais me marcou em tempos adolescentes: " In Utero" dos Nirvana. Agora saiu uma reedição do álbum, com umas coisas tão apetitosas que até dá vontade mandar a Troika à fava e gastar vivendo acima das nossas possibilidades. Enquanto isso não acontece há sempre os meios menos legais para poder recordar algumas preciosidades como esta: