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17 de setembro de 2014
Mr. Selfridge
É bem provável que isto seja um guilty pleasure mas gosto desta série. 3ªs feiras na Fox Life.
8 de abril de 2014
1 de agosto de 2013
The Bridge
Há alguma coisa de Roberto Bolaño em " The Bridge". Melhor, há muita coisa que existe em "The Brigde" que prolifera, e muito, nas obras de Bolaño. Para quem leu "2666" ( estou a tratar disso agora mesmo) sabe do que estou a falar. Juarez é uma cidade mexicana mundialmente famosa pelos seus inúmeros assassinos, principalmente de prostitutas. El Paso, é a cidade americana que lhe faz fronteira. Um serial-killer "actua" dos dois lados da fronteira deixando, no meio da ponte que as separa, um corpo desfeito em dois, que após investigação verifica-se que são afinal dois corpos, a parte de cima é de uma juíza americana, anti-imigração de mexicanos, e a parte de baixo de uma prostituta mexicana. A partir daí os dois detectives principais das duas cidades tomam conta do caso que, ao que parece, não tem fim e pode ter contornos diferentes de todos os assassínios. "Every body is connect" é o "lema" desta série que em 3 episódios deu para ver que existe argumento, belos momentos filmados e muita tensão. Vamos a ver o que o futuro nos aguarda.
21 de junho de 2013
James Gandolfini (1961-2013)
Quem acompanha este blog sabe o quanto eu venerei/venero a série " The Sopranos". James Gandolfini morreu e com isso perdemos a esperança de um dia voltarmos a ver o grande Tony Soprano, e seus camaradas, nos ecrãs. Nestas alturas, em que perdemos um ídolo, as palavras faltam sempre. Rest in Peace, James.
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31 de janeiro de 2013
19 de novembro de 2012
Hoje...o grande regresso
se bem que irei ver apenas na 5ª ou 6ª feira. Mas já está programado para gravar.
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2 de outubro de 2012
1 de maio de 2012
" Rome"
Atravessando o tempo da ascensão, e queda, de Júlio César, na primeira temporada, até ao primeiro e segundo Triunvirato, na segunda temporada, onde Octávio disputa, e vence, o trono a Marcos António, a série "Rome" é uma das séries com mais qualidade que apareceu na TV.
Com personagens bem construídas, um argumento eficaz, episódios épicos, o episódio da morte de Julio César é dos melhores que já vi, e com detalhes históricos requintados, só mesmo o custo da série, foi a mais cara de sempre, é que levou a HBO a não ir além da segunda temporada.
Só me pergunto o porquê de estar tanto tempo sem a ver, ficando com uma sensação de vazio por não puder acompanhar mais as aventuras de uma civilização cuja minha curiosidade em conhecer os seus meandros é imensa. Agora segue-se uma "triologia" de séries para ver: "Spartacus - Guerra dos Tronos- Band of Brothers".
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15 de março de 2012
Entre serões de trabalho que se prolongam nas horas e o cansaço que se acumula pelos dias. Entre aproveitar o tempo livre para ler um pouquinho a beleza melancólica das palavras de Pamuk, ouvir o novo álbum do Andrew Bird no telemóvel entre as viagens pelos transportes públicos e acabar de ver a série " Dowtown Abbey" bem juntinhos. Entre a frustração de não poder ir ao ginásio, mas contornar com umas tentativas de corridas nocturnas com inicio no trabalho e final em casa. Uma noticia bem alegre e pela qual esperava por muito tempo: a Miss Fiona Apple está de regresso.
25 de abril de 2011
Conta-me como foi
Vou ter imensas saudades das minhas noites de Domingo na companhia do "Conta-me...". Série extraordinária, com um elenco fabuloso e que deveria ser ensinada e mostrada nas escolas. E apesar do imenso que ficou por contar, foi um final parecido com os The Sopranos, desafiando a nossa imaginação, quem viu, tenho a certeza, que terminou com um enorme sorriso nos lábios. E agora os Domingos ficam mais vazios...
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13 de abril de 2011
" Estamos tão habituados a que o televisor seja o mediador entre nós e o que acontece, o nosso arauto e mestre-de-cerimonias. o Grande Irmão que tudo vê, que, quando o horror entra na nossa casa através do ecrã, não parece tão inoportuno como o que nos assalta num acidente de tráfego ou durante a visita a um pavilhão de esquizofrénicos.
De facto, muitos adultos só conhecem a morte através do televisor, tal como os escravos da caverna de Platão só conhecem os objectos através do seu reflexo na parede.
Filhos de uma cultura do simulacro, onde cada copia assume, satisfeita, a sua condição de imagem esbatida, já parece que só obtemos prazer na negação ou na náusea, na ausência do real ou na sua exaltação . " in " O Revisor " de Ricardo Menendez Salmon
27 de março de 2011
Gosto disto
e acabo cada programa com uma sensação de vazio por não ter a possibilidade de viajar mais e de conhecer novas terras e novas culturas.
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22 de outubro de 2010
"Histórias com gente dentro"
Afinal ainda há esperança para encontrar na televisão alguma coisa que nos entusiasme, ou simplesmente, que nos marque.
Na SIC deu o programa de reportagens "Histórias com gente dentro" sendo o tema desta sexta feira o " meu amor". Foi das reportagens mais bonitas, mais emocionantes que, ultimamente, tenho visto na televisão, principalmente quando estamos num tempo onde todos os telejornais, e não só, dedicam uma boa parte a destilar tanto pessimismo e tanto cinismo para as dificuldades que o povo português vai passar no próximo ano.
Uma reportagem digna, sem cair no lado mais fácil, e tentador, da lamechice, aqui vemos o amor no seu estado puro, mas também vemos a solidão, vemos o amor a coisas fisicas, o amor que se compra, o amor saudoso, o amor a uma coisa/causa, o amor perdido, o amor (re)encontrado, a partilha do amor, o amor religioso, o amor à moda antiga, o amor à moda moderna, o amor virtual, o amor pela luta da vida e quando estamos de sorriso aberto com tantas lições de esperança e de júbilo, quando julgamos que a vida é só flores, apesar de alguns espinhos pelo meio, eis que levámos com um verdadeiro soco no estômago com a Regina que diz, sem hesitar, não acreditar no amor porque nunca teve nenhum carinho, mostrando-nos o verdadeiro "outro lado" do amor. È de perder 27 minutos da vossa vida e ver aqui. Vale bem a pena.
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13 de outubro de 2010
Banksy e os The Simpsons
Acho isto fabuloso. Mai nada.
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4 de fevereiro de 2010
O último Conan

Uma das vantagens de chegar a casa quando a família já se deliciou com o jantar, é tomar conta da televisão, enquanto vou comendo sozinho a minha última refeição do dia.
Invariavelmente, a televisão pára nos talk-shows da Sic Radical, principalmente no Jimmy Fallon. Hoje, nesse programa, apenas apanhei uma actuação de Ben Harper e da sua nova banda, com Ringo Star (ao que parece, irá existir um disco do Ringo onde o Ben participa mas vai haver uma digressão conjunta), juntando-os o Jimmy Fallon para cantar uma versão bem festiva de “ With a little help to my friends” .
De seguida, qual o meu espanto e satisfação, deu o último programa do Conan O´Brien na NBC e aconselho a todos tentar vê-lo. Conan confirmou não só ser um dos humoristas mais talentosos e sarcásticos do momento (que saudades iremos ter dele..), mais corajosos ( todas as piadas foram contra a NBC) e ainda por cima com convidados de primeira linha. Começa logo por Steve Carrel, que foi ao estúdio para o despedir à moda do filme “ Nas Nuvens”, deu-lhe um envelope com as profissões que poderia agora se dedicar, destruindo o cartão de identificação, depois actuou Neil Young, o convidado principal foi Tom Hanks, com uma entrevista divertidíssima, e por fim ele teve um discurso emocionado com um conselho precioso para todos os jovens: não sejam cínicos, lutem arduamente que um dia terão uma saborosa recompensa.
A cereja em cima do bolo acaba por ser o grande final: Conan pega na guitarra e junta-se a uma banda com Will Ferrell na voz, Beck no baixo, o guitarrista dos ZZ Top na guitarra e Ben Harper no slide guitar. Felizmente, e vocês nem imaginam o quanto pesquisei, e o tempo perdido, para conseguir este video, consegui um link para ele. Podem-no ver aqui. Quanto ao Conan...já estou com saudades.
Invariavelmente, a televisão pára nos talk-shows da Sic Radical, principalmente no Jimmy Fallon. Hoje, nesse programa, apenas apanhei uma actuação de Ben Harper e da sua nova banda, com Ringo Star (ao que parece, irá existir um disco do Ringo onde o Ben participa mas vai haver uma digressão conjunta), juntando-os o Jimmy Fallon para cantar uma versão bem festiva de “ With a little help to my friends” .
De seguida, qual o meu espanto e satisfação, deu o último programa do Conan O´Brien na NBC e aconselho a todos tentar vê-lo. Conan confirmou não só ser um dos humoristas mais talentosos e sarcásticos do momento (que saudades iremos ter dele..), mais corajosos ( todas as piadas foram contra a NBC) e ainda por cima com convidados de primeira linha. Começa logo por Steve Carrel, que foi ao estúdio para o despedir à moda do filme “ Nas Nuvens”, deu-lhe um envelope com as profissões que poderia agora se dedicar, destruindo o cartão de identificação, depois actuou Neil Young, o convidado principal foi Tom Hanks, com uma entrevista divertidíssima, e por fim ele teve um discurso emocionado com um conselho precioso para todos os jovens: não sejam cínicos, lutem arduamente que um dia terão uma saborosa recompensa.
A cereja em cima do bolo acaba por ser o grande final: Conan pega na guitarra e junta-se a uma banda com Will Ferrell na voz, Beck no baixo, o guitarrista dos ZZ Top na guitarra e Ben Harper no slide guitar. Felizmente, e vocês nem imaginam o quanto pesquisei, e o tempo perdido, para conseguir este video, consegui um link para ele. Podem-no ver aqui. Quanto ao Conan...já estou com saudades.
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10 de setembro de 2009
Fabuloso
É no que dá preferir ver o Jimmy Fallon e não ver o debate dos fascist...dos outros dois.
Update: Chamam-se Avenue Q e vale a pena pesquisar o espectáculo deles.
Vale também a pena perder um bocadinho de tempo no Youtube ver as variações que esta canção sofreu. É a Miss Piggy vs Gonzo, o Sonic, as Tarturugas Ninja, o South Park, a Esponja Bob, o Harry Potter, esta que está demais , o Rei Leão, algumas personagens da Disney , mas a minha favorita é mesma aquela onde está a personagem de BD que mais parece comigo, o Monstro das Bolachas
Vale também a pena perder um bocadinho de tempo no Youtube ver as variações que esta canção sofreu. É a Miss Piggy vs Gonzo, o Sonic, as Tarturugas Ninja, o South Park, a Esponja Bob, o Harry Potter, esta que está demais , o Rei Leão, algumas personagens da Disney , mas a minha favorita é mesma aquela onde está a personagem de BD que mais parece comigo, o Monstro das Bolachas
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26 de agosto de 2009
Late Night with Jimmy Fallon

À noite, quando chego a casa, depois do trabalho e do ginásio, nada melhor do que jantar vendo o Late Night, de forma descontraída, agora com Jimmy Fallon, um comediante que muito me tem surpreendido pela positiva. Começou devagarinho, quase a medo, a herança era tremenda, mas agora vê-se que está a ter arcaboiço para o programa.
Não tem o tipo de humor tão negro, táo ácido, tão politicamente incorrecto ( se bem que aquela canção contra o Barack Obama está a demonstrar que anda a sair da casca) como tinha o Conan, apesar de tudo O'Brien continua a ser ENORME, Jimmy Fallon é um humor muito cool, com pose muito elegante, muito boazinha mas como não quer a coisa vai dando a suas bicadas.
Aquele programa com o Tiger Woods, jogando ambos a Wii é hilariante, além de ter-me feito inveja jogar a Wii deve ser muito divertido.
Continua com grandes convidados, e com grandes bandas a tocarem ao vivo, e a interacção com o público tem sido sempre divertida.
Não tem o tipo de humor tão negro, táo ácido, tão politicamente incorrecto ( se bem que aquela canção contra o Barack Obama está a demonstrar que anda a sair da casca) como tinha o Conan, apesar de tudo O'Brien continua a ser ENORME, Jimmy Fallon é um humor muito cool, com pose muito elegante, muito boazinha mas como não quer a coisa vai dando a suas bicadas.
Aquele programa com o Tiger Woods, jogando ambos a Wii é hilariante, além de ter-me feito inveja jogar a Wii deve ser muito divertido.
Continua com grandes convidados, e com grandes bandas a tocarem ao vivo, e a interacção com o público tem sido sempre divertida.
ah..o melhor de tudo é que ali não se fala da Gripe A, nem do Ronaldo. Só por causa disso, mesmo que naquela hora fosse a Oprah eu via na mesma.
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28 de junho de 2009
As minhas séries de tv
Este desafio já devo à muito tempo à Salamandrine, mas entre a, sempre muito útil para desculpar algo, falta de tempo, problemas no pc, ( que me levou a formatá-lo 2 vezes) e na net ( que me levou a esta ausência no blog), pelo cansaço de uma prova de triatlo no ginásio ( que, para já, me dá a honrosa 2ª posição e umas dores no corpo todo o fim de semana) além da tremenda falta de paciência para ficar em frente ao ecrã do pc, excepção para este ou este vicio, ficou um pouco esquecido mas aqui fica respondido, conforme mandam as leis. O desafio consiste em anunciar ao mundo cibernético quais foram as 12 séries de tv que mudaram a minha vida. Sendo assim, aqui vão as séries que mais gostei.
Alf – Não perdia os episódios de Alf. A minha mascote na passagem para a adolescência e cujas aventuras me faziam parar em frente ao ecrã.
Allô Allô – Uma paixão antiga, que a RTP Memória fez o favor de reavivar. Não tenho perdido um episódio quando me esbarro com ela.
Seinfeld – Recordo-me das minhas madrugadas a ver o Seinfeld quando passavam na TVI, antes de passar para a Sic Radical. E, em casa, vinham todos à sala a ver quem se estava a rir às gargalhadas àquelas horas…
Carnivale - A Feira da Magia – Uma das séries mais injustamente tratadas pela indústria televisiva. Apanhei-a a meio e foi o suficiente para ficar grande fã. Se Tom Waits participasse numa série, escolheria esta. Tenho de a rever desde os primeiros episódios.
Dexter – Vi a primeira temporada em 3 dias fechado em casa. Ainda estou a meio da segunda temporada…Viciante
The Simpsons- Simplesmente, a melhor série animada de sempre. E não será a melhor série de sempre?
The Sopranos – A minha série favorita de sempre. Um dos meus objectos de consumo mais valiosos é aquela caixinha que tem TODOS os episódios. Tenho saudades daquela família.
Esquadrão Classe A – A série que me permitia brincar na minha infância. Como o meu pai brincava aos cowboys, eu brincava ao “Esquadrão classe A”.
O Tal Canal – Não sei se posso considerar o ”Herman Enciclopédia” como série, mas o Tal Canal” penso que posso. Do Estebes à Maximiliana, passando pelo Tony Silva e pelo menino Nelinho. Maravilhoso e intemporal.
Conta-me como foi – A série que mais gosto de ver actualmente. Sigo-a desde o primeiro episódio e tenho pena ainda não ter saído para DVD. Já sinto a sua falta.
As Aventuras de Tom Sawyer e D’Artacão – As personagens que mais me fascinaram na minha infância. O fascínio pela ficção televisiva também nasceu nos episódios destas duas séries de animação.
Talvez faltem “CSI”, “Lost”, “24” ou “ Prison Break” mas, na verdade, ainda tive pequenos arrufos ao ponto de abandonar a meio algumas temporadas. Por outro lado, “ Roma” e “Bocage” são as séries que, apesar de ter visto um ou outro episódio, tenho de as ver com a máxima atenção e que tenho a certeza que vão ser inesquecíveis.
Allô Allô – Uma paixão antiga, que a RTP Memória fez o favor de reavivar. Não tenho perdido um episódio quando me esbarro com ela.
Seinfeld – Recordo-me das minhas madrugadas a ver o Seinfeld quando passavam na TVI, antes de passar para a Sic Radical. E, em casa, vinham todos à sala a ver quem se estava a rir às gargalhadas àquelas horas…
Carnivale - A Feira da Magia – Uma das séries mais injustamente tratadas pela indústria televisiva. Apanhei-a a meio e foi o suficiente para ficar grande fã. Se Tom Waits participasse numa série, escolheria esta. Tenho de a rever desde os primeiros episódios.
Dexter – Vi a primeira temporada em 3 dias fechado em casa. Ainda estou a meio da segunda temporada…Viciante
The Simpsons- Simplesmente, a melhor série animada de sempre. E não será a melhor série de sempre?
The Sopranos – A minha série favorita de sempre. Um dos meus objectos de consumo mais valiosos é aquela caixinha que tem TODOS os episódios. Tenho saudades daquela família.
Esquadrão Classe A – A série que me permitia brincar na minha infância. Como o meu pai brincava aos cowboys, eu brincava ao “Esquadrão classe A”.
O Tal Canal – Não sei se posso considerar o ”Herman Enciclopédia” como série, mas o Tal Canal” penso que posso. Do Estebes à Maximiliana, passando pelo Tony Silva e pelo menino Nelinho. Maravilhoso e intemporal.
Conta-me como foi – A série que mais gosto de ver actualmente. Sigo-a desde o primeiro episódio e tenho pena ainda não ter saído para DVD. Já sinto a sua falta.
As Aventuras de Tom Sawyer e D’Artacão – As personagens que mais me fascinaram na minha infância. O fascínio pela ficção televisiva também nasceu nos episódios destas duas séries de animação.
Talvez faltem “CSI”, “Lost”, “24” ou “ Prison Break” mas, na verdade, ainda tive pequenos arrufos ao ponto de abandonar a meio algumas temporadas. Por outro lado, “ Roma” e “Bocage” são as séries que, apesar de ter visto um ou outro episódio, tenho de as ver com a máxima atenção e que tenho a certeza que vão ser inesquecíveis.
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22 de janeiro de 2009
" O meu segredo do meu sucesso é: tão somente a minha capacidade comunicativa, o meu talento, o meu método e, passe a modéstia, algum carisma. Mas carisma é só 15%, o resto é suor e trabalho.Muito trabalho."
Bruno Aleixo a ser entrevistado por Carlos Marques, na estação de rádio onde ficou entalado o rissol, ou como se passa vinte e cinco minutos sempre a sorrir.
Bruno Aleixo a ser entrevistado por Carlos Marques, na estação de rádio onde ficou entalado o rissol, ou como se passa vinte e cinco minutos sempre a sorrir.
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22 de dezembro de 2008
Amores desencontrados
A canção perfeita para cantar, neste Natal, junto à lareira.
e depois de bebidos uns copos, nada como dançar a lambada.
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