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5 de agosto de 2013

O Lado verde da vida: a primeira colheita


Não se pode dizer que foi uma enorme colheita, mas o certo é que nos próximos dias os pepinos e as courgettes serão mais e maiores, que aquilo cresce de forma rápida. Uma tarde na horta a limpar e a colher é do mais relaxante possível, ainda por cima depois de ter visto uma derrota do FCP. 

28 de julho de 2013

O lado verde da vida: da horta que nasce

Três meses depois da terra ter sido remexida e as sementes terem sido lançadas por alguém que sabe, eis que agora tudo começa a florescer.
Numa primeira impressão calcula-se que vai haver abóboras, vagens, pepinos e feijão para dar e vender, e que o resto plantado, embora com algumas "intervenções" por parte da cadela Lady tenha deixado aquilo num estado duvidoso, parece que vai sobreviver e que irá nascer uma horta com muitas e boas coisas para a casa. A ver vamos, para já começo a entrar verdadeiramente ao serviço mantendo aquilo limpo e regando. Espero não estragar o trabalho de quem soube criar...o futuro o dirá .

8 de maio de 2013

O lado verde da vida: nota mental

Não plantar árvores de menor tamanho do que os cães. A figueira já foi arrancada pela raiz pelo Juary :-) Agora fiquei com um buraco e espaço para plantar uma outra árvore. 

4 de maio de 2013

O lado verde da vida: a mensagem de Sebastião Salgado




16:54 minutos de uma palestra do grande fotógrafo brasileiro Sebastião Salgado com uma mensagem verde, emocionante e uma lição de vida da qual poderemos sempre retirar coisas boas para a nossa vida. A ver para aprender e imitar. Tocante como é tocante todo o seu trabalho.

2 de maio de 2013

O lado verde da vida: do quintal que nasce

Embora tenha algumas raízes familiares ligadas à aldeia, sempre fui um " menino da cidade", por isso nunca fui habituado a mexer na terra, plantar coisas, trabalhar com enxada, etc, mas confesso que sempre tive o desejo de um dia, se tivesse possibilidade, aprender e ter um quintalzinho para me entreter nas horas vagas. Além do mais sempre tive um pequeno fascínio pela aldeia, não só pelas suas gentes, mas também pelo seu modo de trabalhar as terras/vinhas, sempre achei as vindimas uma das coisas mais fantásticas e mais poéticas,   sempre me fascinei com a arte que se tem para poder moldar aquilo que a natureza nos oferece e de quanto o Homem pode rentabilizar aquilo que ela nos pode dar. 

Embora um pouco desajeitado, como o normal em mim, aos poucos estamos a começar a construir um quintal que nos vai possibilitar termos as nossas coisas plantadas, embora ainda não esteja ainda decidido o que dali irá sair.

Numa primeira fase, apenas me cabe ter em atenção três coisas: basicamente tapar os buracos que os cães fazem, limpar as suas necessidades ( felizmente agora deixaram de fazer em qualquer lado, para fazer na terra, o que é bom) e impedir que eles estraguem as primeiras plantações que foram feitas. Já estão plantadas árvores que, num dia ainda distante, irão dar ameixas, cerejas, figos e pêras, além do limoeiro e da laranjeira que já estão plantadas já à muito tempo.

O trabalho duro, propriamente dito, está a ser feito por quem percebe melhor e por quem trabalha mais competentemente, eu só vou espreitando, curioso, como se faz tentando aprender alguma coisa. E esperar que o o tempo traga boas coisas daqui.