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18 de agosto de 2011

Do seguir o coração

" Lembrar-me que inevitavelmente terei que morrer é a mais importante ferramenta que eu alguma vez encontrei para me ajudar a fazer as grandes escolhas na vida. Porque praticamente tudo - todas as nossas expectativas externas, todo o nosso orgulho, todo o nosso medo do embaraço ou fracasso - todas estas coisas simplesmente caem em face da morte, deixando apenas aquilo que é realmente importante. Lembrares-te que mais cedo ou mais tarde vais morrer é a melhor forma que eu conheço de evitar a armadilha de que temos alguma coisa a perder. Nós já estamos nus. Não existe nenhuma razão para não seguirmos o nosso coração." Steve Jobs

Hoje apareceu-me isto e achei inspirador. Este blog, ou melhor eu, ultimamente, ando a apoiar-se nas palavras dos outros para que elas se tornem num guia na busca pela felicidade, como se elas fossem um trampolim para um salto que, mais cedo ou mais tarde, vai ser dado. Não sei se esse salto está próximo, sinto que sim, mas cada vez mais sinto que seguir o  que o coração  dita será o melhor caminho escolhido, mesmo que depois o resultado final não seja aquilo que pretendíamos. A ansiedade atrapalha a acção, o receio tolda as palavras, mas no fundo o coração está, como nunca esteve, com vontade de dar o impulso necessário. A ver se, no final, ele não me trai e se esconde em fantasmas passados como tem feito. Mas, se ele tem-se escondido, é porque talvez ele achasse que o caminho certo não era aquele... Vamos ver o caminho que o futuro mostrará ao coração, mas seria bom que o tempo acelerasse ao ritmo da ansiedade...

10 de agosto de 2011

De como a vida nos vai dando lições

É tão bom quando tiramos as " lentes da indiferença" e começamos a olhar para o fundo das pessoas. Ás vezes, temos grandes, e tão boas, surpresas. Aprendemos tanto sobre a vida nesses momentos. E sobre nós próprios também.Conselho de amigo: façam isso mais vezes.

27 de junho de 2011

Das primeiras férias

Das leituras no meio das rochas, da praia de manhã e de tarde, de estar com ar moreno, dos treinos ao final do dia, da corrida à beira-mar, de dormir a sesta, de deitar-me tarde, de levantar-me cedo, de não ter preocupações de horários, de não ter recebido telefonemas do trabalho, de mergulhar na água gelada, tudo bom. Agora é o regresso ao trabalho. E esperar pelo meio de Julho para repetir a dose.

23 de junho de 2011

S. João ( e o resto dos dias...)

Este ano, além da festa em si mesmo, e tudo o que ela envolve, tenho a corrida de S. João no Domingo. 15 km que é para aprender a ficar quietinho em casa. E continuo a dizer que necessito sempre de bater no fundo para ganhar nova, e renovada, força para os desafios que se me preparam. Foi o que aconteceu, fiquei sem forças, literalmente, e agora aos poucos estou de regresso com toda a energia para Domingo aguentar a prova sem um esforço sobre-humano.

Esta corrida tem tido um treino mais "facilitado", já que estando de férias sempre dá para fazer uma preparação mais tranquilizadora. O treino tem sido à base de algumas corridas, pois claro, bicicleta, cortar as tentações na mesa, praia ( sim, já estou com cores de Verão), ver até altas horas da noite a série " The Wire" e ler a biografia do Zatopek, o maior corredor de todos os tempos, para me inspirar (obrigado ao casal Joana e Carriço pela prenda) e andar viciado no Virtua Tennis 3. Agora vou ter, pela frente, 3 dias que se programam de descanso, embora 6ª feira esteja a pensar dar uma corrida ligeira para desentorpecer. E sábado, talvez, praia. Ou piscina, tenho que decidir. Ou ambos...E depois Domingo eis o grande dia. Ou melhor a grande manhã, que de tarde estou a programar estar ausente para o mundo civilizado. Ou esperar que dê um grande  jogo de tênis directamente dos courts de Wimbledom. Ou isso, ou dormir toda a tarde, também me vai parecer bem.

Corridas à parte, um bom S. João para todos é o que desejo. Biba o S. João, carago :)

16 de junho de 2011

30

30 anos.

Acabaram os “intes”, começou a era do “ intas”. Agora naquelas reuniões de família onde se falam/desejam/programam futuros e ambições vou deixar de ouvir a frase “ ainda és muito novo, não chegaste aos 30” para começar a ouvir” entããããao..já estás nos 30”, com aquele ar de bonacheirão como quem diz “não achas que já se está a fazer demasiado tarde para começares a resolver a tua vidinha, hein ? “. Por outras palavras, a pressão aumenta.

Deixei desejos pelo caminho, renovei outros, concretizei sonhos, ainda tenho outros para concretizar, errei, por vezes até tenho a sensação que errei pouco, sinto que a minha vida tem sido tão certinha que apetecia-me errar para crescer ainda mais, e deixo a minha "década 20" apenas com um amargo de boca: gostava de ter sido pai até aos 30 anos. Mais do que deixar a minha marca no coração de alguém, gostaria de ter "criado" alguém à minha imagem.

Na verdade, entro nos 30 esgotado fisicamente, e, em consequência, psicologicamente, mas com uma enorme vontade de tentar criar o meu espaço, de conseguir libertar-me de algumas amarras, e, acima de tudo, tentar preencher alguns vazios que ainda habitam em mim. Acima de tudo, de revitalizar e de abrir novos horizontes.

No fundo, gozar a vida e ser feliz como um bom trintão que já sou ;-)

5 de junho de 2011

Radiografia da minha garganta

 mas ainda não descobri o caminho certo para desenrolar este novelo.

1 de junho de 2011

Da criança que habitou em mim

Do que tenho saudades de quando era criança ? De quase tudo. Daquela inocência malandra, de saltar os muros da escola para ir roubar maças a Serralves, de amar ( deveríamos sempre amar como crianças), dos meus avós, de estar tardes e tardes a jogar à bola na rua, do cabelo grande, da descoberta daquela máquina fascinante e desconhecida que tinha o pomposo nome de consola de jogos, de fazer compilações de k7´s, de brincar ás escondidinhas, das conversas de amigos ao luar, dos namoros escondidos, da ajuda da minha professora primária, das pipocas Dancake, da liberdade do tempo, da descoberta dos filmes, de montar fogueiras para o S. João, de brincar ao pião, ao berlinde, à sameirinha, de descer rampas em carros de rolamentos, de ir para a piscina com amigos, de estar sempre com sorriso aberto mesmo doente, de coleccionar cromos de futebol, de ver o Dartacão, o Tom Sawyer e o Tom & Jerry, e de ter aquela felicidade de viver o dia-a-dia sem pensar no futuro e no passado, gozando o máximo o presente.

10 de maio de 2011

Pequena dieta ???

Enquanto houver bombons e amêndoas de chocolate por casa é missão impossível.

10 de abril de 2011


Melhor do que a ultima vez. E com um percurso cheio de subidas e descidas, algum terreno em paralelo e, a maior dificuldade, um imenso calor.Venha a próxima, agora apenas em Junho. E logo duas num mês.Estou a gostar destes desafios.

A minha segunda prova

25 de março de 2011

Desligar




Desligo quando ergo o rosto à procura dos raios de sol. Desligo quando corro na margem do Rio Douro. Desligo quando vejo o Douro vinhateiro. Desligo quando entro na porta 9 do Estádio do Dragão. Desligo quando leio um poema. Desligo quando oiço uma canção. Desligo quando vejo o Tom &Jerry. Desligo quando vou para cima de uma bicicleta para fazer spinning. Desligo no café de manhã de Domingo. Desligo quando descubro o silêncio. Desligo quando abraço a minha prima. Desligo quando discuto música com o meu primo.Desligo quando sorrio para um bebé. Desligo quando  como cerejas. Desligo quando ponho açúcar nas romãs. Desligo  quando estou com quem amo. Desligo quando estou com quem odeio. Desligo quando como maracujás. Desligo quando converso com amigos. Desligo quando apagam as luzes do cinema.Desligo quando vejo uma mulher bonita na rua. Desligo quando vejo a Scarlett Johansson.Desligo quando  a Ana Ivanovic faz um "pass shot". Desligo quando leio algo que me faça dobrar os cantos da página. Desligo quando vejo o Porto através de Vila Nova de Gaia. Desligo quando vejo a ruiva do "Mad Men". Desligo quando entro nos Jardins do Palácio de Cristal. Desligo quando fecho os olhos para dormir. Desligo quando salto para uma piscina. Desligo quando viajo de comboio.Desligo quando tiro uma fotografia. Desligo quando me elogiam. Desligo quando bebo um cappuccino em dias frios. Desligo quando como um gelado em dias quentes.Desligo quando recordo a infância. Desligo quando me contam anedotas. Desligo quando como ameijoas.Desligo quando estou a jogar o FM.Desligo quando o Tom Waits sobe ao palco.Desligo quando arrumo os livros nas estantes.

Desligo, por vezes até, dessa necessidade de nos desligarmos por breves momentos. Este fim de semana vou tentar desligar um pouco de tudo tentando-me conectar à vida. Para que ela tenha outro sabor.


PS: Vídeo, e "inspiração" para post, retirado daqui.

13 de março de 2011

00:53:52


É a correr que sentimos mais a nossa força psicológica a funcionar. Mais até do que a força fisica. Passou-me pela cabeça, e por vários momentos, desistir ou fazer batotice cortando caminho, ou, principalmente, parar, mas ao meu lado esteve sempre aquele espirito com força que temos escondido em nós que não me deixava ir abaixo, que me soprava aos ouvidos que não poderia parar, que estava quase chegar à meta, que não poderia desistir e lá consegui chegar ao fim dos 10 Km com o tempo programado

Pensei que fosse mais fácil, vi-me confrontado com algumas contrariedades ( pequeno-almoço demasiado pesado para correr e 3 dias sem ter ido treinar foram os maiores erros ), custou-me adaptar correr no meio de imensa gente, mas depois de me libertar e de controlar o cansaço fui-me motivando a mim próprio para conseguir terminar com um bom tempo e, felizmente, tudo correu bem. E sem dores no calcanhar e no joelho que me estavam a preocupar. Agora venha a próxima corrida, continuar a treinar mais forte  aprendendo com os erros para ser ainda melhor. Como em tudo na vida.

2 de março de 2011

I´m so tired



Muito.Muito.Muuuuuiiiiiito.

10 de fevereiro de 2011

Uma frase para a minha biografia ( que nunca irá sair )


"e, aos 29 anos, descobriu o prazer de correr."




9 de fevereiro de 2011

A solidão na porta ao lado

Estas noticias chocam-me imenso. Quanta solidão existe neste mundo...

Da velocidade da vida

Ainda agora começou o ano e já me estão a pedir a marcação das férias. E é tudo para ontem. A velocidade com que se vive quase nem dá para gozar, nem para sentir o tempo a passar.
Como afirmou o Nuno Markl hoje na sua rubrica "Caderneta de Cromos": o que tenho mais saudades do passado é do tempo que tínhamos para fazer tudo. 
  E quando olho para o calendário e vejo que vou entrar nos 30...como o tempo corre à nossa frente. Será que não dá para mudar a velocidade ou carregar no stop durante um pouco ?

3 de fevereiro de 2011

21 de janeiro de 2011

A lua cheia de ontem

Grande. Aquela cor que parecia sépia. Vi-a nascer  no meio da Ponte D. Luís enquanto corria  ao longo da Marginal de Gaia. Magnifica. Linda. Inspiradora. A maior impulsionadora de ter chegado ao destino com um sorriso nos lábios. A vida também é feita de momentos assim...

13 de janeiro de 2011

Wraps da McDonald´s

é uma pequena maravilha viciante. Quando vejo, mentalmente, uma imagem de um paraíso, estão lá os Wraps, juntamente com as aqueles triângulos de queijo da vaquinha que ri, um bom prato de moelas, as ameijoas que comi em Olhão no ano passado, ou aquelas bifanas que devoro antes de ir para o Dragão naquele tasco perto do Estádio. Ou então, na categoria em que sou mais especialista, na parte dos doces, as bolachas caseiras ( linguas de gato e afins), os sortidos da Cuetara, as gomas em forma de banana e de amora, as bolachas do Noody, as Filipinos, o Tobleronne, entre muitas outras coisas saborosas. E o melhor de tudo, é que nunca me preocupei com quantos calorias aquilo tem...